domingo, 31 de maio de 2009

Jogue na fogueira!

Olá Humanóides,


Eu sei, já estão pensando que é um texto anarquico e cheio de críticas, pois bem acertaram HAHA brincadeira, é mais uma sártira ou não sei como posso descrever o que vou escrever, talvez eu tenha passado o dia todo pensando em algo que no fim não vai aparecer aqui, se o texto não estiver de agrado, perdoe-me é o friu, que convenhamos está demais.


Ontem lendo meus livros, e tomando aquele cházinho, tradição que copiei de um amigo, e foi muito de meu agrado. Começei a pensar no que os livros estão nos passando e a que pé anda a literatura mundial a chamada era contempôranea, que seria o auge do conheçimento e consequentemente o da literatura. Coisa que não chega perto de acontecer, mas o porque disto?

Na vida temos muitas fases, eu por exemplo tive ótimas e algumas muito podres, como diz a Suelem, as vezes era até chato, e isso se ve claramente na literatura mundial, observando a textualidade, as histórias própriamente ditas, e todo o enredo das velhas obras inclusive as que corriam a ficção, percebi o que vamos e venhamos não é uma coisa dificíl de se fazer, que nos dias atuais a literatura não passa do ctrl+c e ctrl+v dos antigos textos. Acredito que isso se da na formação básica não só no Brasil mas em todo o mundo, hoje em dia um cara que tenha uma mente fértil é um escritor, até eu escrevo: - ohh meu Deus.

Mas em quanto isso nos afeta? O que faz o engrandecimento do intelecto do leitor, aluno ou qualquer pessoa que lê um livro? seja ele de literatura, didático ou de qualquer genêro que seja, aliás por tocar no assunto didático, estamos na verdadeira idade das trevas no conheçimento livros destinado a quinta série, publicados no ano passado, perceba bem isso, ainda chamam Plutão de planeta, as obras para o primeiro ano do ensino médio, ainda dizem que pirâmedes eram tumbas, e onde estavam as múmias quando os ingleses chegaram lá, isso nas únicas pirâmedes perfeitas, ah saqueadores do deserto? então porque os arqueólogos tiveram que explodir uma das pedras pra entrar por não haver portas lá? Isso são questões pouco levantadas hoje em dia, e quando alguem as levanta é calado, o mundo é de séticos? Não, o mundo é de pessoas que ganharam uma herança e compraram editoras em uma bolsa de ações e não ta nem ai pro conteúdo repassado as escolas, e sim com o dinheiro que isso gera, e é isso o que ocorre na literatura, vampiros convivendo com lobisomens? que distorção foi essa das antigas lendas, fascinantes por assim dizer, culturais, e muito mais românticas que um mero romancesinho adolescente, feito por uma pessoa que aposto não leu nada sobre o assunto antes de escrever seus livros, isso nos remete a velha história que não há uma boa formação de alunos em nenhuma parte do mundo, mas para que não me levem a mal, ou algo do genêro, existem sim, muito ótimos escritores no mundo hoje, aleluia.

Mas quanto se perdeu quando Roma, a praga mundial, queimou Alexandria, um acervo inimaginável cultural, aposto que existiam muito mais que meros estudos, mas perfeitas obras de tragédias gregas, emoçionante descrições de batalhas do oriente e misteriosos e mistícos pergaminhos relatando a mágia nórtica, povo discriminado em livros de colegiais, chamados de bárbaros, mas eles eram assim grotescos? Não os verdadeiros bárbaros eram os romanos a quem se atribui a maior igreja do mundo " apostólica romana" o resto vocês conheçem, porque o povo nórtico, tinha um vasto conheçimento astrológico e matemático? por sua formação muitas destas tribos " bárbaras" priorizavam o ensino como forma de vida, os estudos como forma de devoção, e não a rídicula e hipócrita política " Pão e circo" tão endeusada pelo máterial de ensino de nossas escolas, e faculdades. E isso está fortemente presente na literatura mundial de hoje em dia, foi-se o tempo em que se escrivia com o coração, hoje é com o bolso!

Um comentário:

  1. Mente, aquele que diz que a escola prepara as pessoas para a vida. E eu concordo na parte em que hoje em dia se escreve mais por dinheiro do que pra trasmitir cultura,que seria o verdadeiro objetivo dos livros, e ainda reclamam que os jovens de hoje não leem. Também acho errado que os livros didático, como na mairia das escolas publicas, fiquem nelas por três anos, porque muita coisa muda e se ATUALIZA em três anos, mas isso, em partes, já se torna uma questão política.
    Os únicos que se salvam, serão os interessados por boa leitura, e que vão atrás do que realmente precisam saber e conheçer

    (e ps: Eu gosto de Crepúsculo ok)

    um beijo.

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